Na disputa por atenção e relevância nas redes sociais, os números mais recentes de engajamento do ex-prefeito de Mimoso e pré-candidato a deputado estadual, Peter Costa, revelam um cenário interessante, e, em certo ponto, surpreendente.
Peter (PP), mesmo com uma base menor de seguidores (35,6 mil), apresenta um desempenho expressivo. Na última semana, suas publicações registraram uma média de 3.500 curtidas, todas de forma orgânica. O dado indica não apenas alcance, mas sobretudo conexão real com o público, um dos ativos mais valiosos no ambiente digital.
Em contraste, Leo Camargo (União) por exemplo possui 68,8 mil seguidores, praticamente o dobro da base de Peter, mas alcança cerca de 700 curtidas por postagem. Já Victor Coelho (PSB), com 57,7 mil seguidores, registra média de 600 curtidas nas publicações mais recentes.
A comparação evidencia que tamanho de audiência não necessariamente se traduz em engajamento. Enquanto Leo e Victor têm bases mais robustas, os índices de interação sugerem um público menos ativo ou conteúdos com menor capacidade de mobilização.
Peter Costa, por outro lado, demonstra uma performance acima da média, com uma taxa de engajamento significativamente superior. Na prática, isso indica maior eficiência na comunicação digital, seja pela linguagem adotada, frequência, autenticidade ou alinhamento com o público.
O ex-prefeito de Mimoso do Sul apresenta perfomance que em algumas vezes supera os resultados de políticos antigos e até com mandatos superiores como deputados e senadores. No comparativo com prefeitos do interior, Peter é o líder absoluto de engajamento nas redes.
Os números “frios” do digital traduzem o que os bastidores políticos têm comentado sobre o crescimento político meteórico de Peter. Sua capilaridade política é real, bem fixada e, principalmente, engajada e fiel.
Em tempos em que as redes sociais se consolidam como ferramenta estratégica nas campanhas eleitorais, engajamento vale mais do que números absolutos. E, nesse recorte, Peter larga na frente com folga.

