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Hospitais Filantrópicos protestaram contra falta de dinheiro nesta terça-feira (19)

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Em Mimoso do Sul, o Hospital Apóstolo Pedro seguiu com os atendimentos e serviços normalizados mas a diretoria destacou que faz parte do movimento e destacou a dificuldade que é manter a instituição aberta e buscando avanços com os valores atuais do SUS, que não são reajustados há muitos anos.

Mobilizados pela CMB (Confederação das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos), as federações de hospitais e instituições vão protestar contra a situação grave que enfrentam, em função do nível de endividamento e do subfinanciamento do Sistema Único de Saúde (SUS), que nos últimos seis anos, culminou no fechamento de 315 hospitais filantrópicos.

A pandemia da Covid-19 agravou ainda mais já o quadro que elevou a demanda e os custos, fazendo com que a dívida do setor ultrapassasse mais de R$ 20 bilhões. Hoje, se configura como a maior crise da história.

Em maio do ano passado, o governo federal anunciou um aporte de R$ 2 bilhões emergenciais que, até o momento, não se efetivou. E a preocupação em manter o trabalho tem, agora, outro problema: o projeto de lei 2564/20, originário e aprovado no Senado, e que institui o piso salarial da enfermagem, que tramita na Câmara Federal, com votação prevista para os próximos dias.

O impacto dessa proposta para os hospitais filantrópicos que prestam serviços ao SUS é estimado em R$ 6,3 bilhões. “Não somos contrários ao projeto, muito pelo contrário, os hospitais valorizam todos os profissionais de saúde e somam esforços com as categorias profissionais na busca por uma fonte de receita que possibilite o financiamento de remunerações mais justas”, disse Mirocles Véras, presidente da CMB (Confederação das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos).

A CMB representa 1.824 hospitais filantrópicos, que dispõem de 169 mil leitos hospitalares, 26 mil leitos de UTI e atendem a mais de 50% da média complexidade do SUS e 70% da alta complexidade. “Enfatizamos que a população não ficará desassistida, pois as eletivas serão reprogramadas. O ato será para expormos e evidenciarmos, de forma pública, os problemas que o setor está enfrentando”.

Na semana de 25 a 28 de abril, será realizada ação envolvendo caravana com integrantes de federações e hospitais filantrópicos. A CMB também agendará reunião com parlamentares e oficializará o presidente da República, as presidências da Câmara e do Senado, além dos ministérios, sobre a necessária fonte de recursos que possam dar condições para estas instituições suportarem o impacto financeiro desse projeto de lei.

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